February 2012
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Se vocês tanto desejam a liberdade e a alegria, não podem ver que não se...
– Richard Bach
January 2012
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Alice costumava ser normal quando criança. Cresceu, e virou um redemoinho. Suga tudo que chega perto, destroça tudo que vê pela frente, e, de repente, amansa.
E quando amansa, Alice se pergunta como pôde fazer tudo aquilo. Onde arrumou tanta fúria, tanta paixão, tanta energia pra tudo isso. Ela simplesmente não sabe.
Alice não confia em ninguém. Alice não confia no mundo. Alice vive no mundo dela,...
When we grow older, we learn different ways to suffer. It doesn’t mean it’s good. Sometimes these ways can be worse. They’re just less painful, but more devastating than we think.
Sometimes distance is good to notice how people are important to us. It’s something I need to pass. Something I need to suffer. No matter how difficult it will be. I need it to love people the way they must be loved.
I know in some way what I did will be great for everybody. I hope I’m right. I hope other people realize it too. I’m not a bad girl. I just wanna do the things...
Back to the old days
The worst thing is not the missing, the regret, or the voice that is not heard anymore. The worst part is to look at the phone all the time, type the number and delete it. To write messages and not sending them. The worst part is to watch the time go by.
Yeah, I know it’ll be allright. I know it won’t last forever. But, as long as it hurts, every minute is a razor on my skin.
November 2011
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Tem dias que eu fico triste sem saber porque. E fico me questionando sobre tudo o que eu ando fazendo, e tudo o que acontece. Nesses dias, eu fico avessa ao mundo. Não me sinto pertencida, sabe como é?
Nesses dias, falta alguma coisa, que eu mexo, remexo, penso e repenso, e não acho o que é. Isso às vezes duram semanas, que parecem décadas.
O que me falta, afinal? Me falta tudo, mas não me falta...
October 2010
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September 2010
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Coisas toscas, mas que você já fez. →
meinparfum:
Fingir que Tic Tac é cápsula de remédio.
Apostar corrida com o locutor da tele-sena no comercial falando os números sorteados
Desenhar um relógio no braço quando era criança.
Tampar o ralo do chão do banheiro pra fazer uma piscininha.
Comer Trident com papel porque “papel de Trident é comestível”
Fazer a proeza de enfiar o dedo no próprio olho sem querer.(Enviada por Neymar)
...
August 2010
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Odeio a noite. Tenho medo. A noite parece sempre ser mais longa. Desligo a luz, fecho os olhos… Abro eles, e está escuro. Quando se abre os olhos, deseja-se enxergar. Porque tanta escuridão? Meus olhos não controlam isso. Me sinto uma criança que tem medo de olhar embaixo da cama. As horas passam, me reviro. Não durmo: penso. Os piores pensamentos sempre vêm à noite. Solidão ao escurecer....
Dizem que o amor é lindo. Que se vive por ele; que tudo faz sentido quando o encontramos. Esse amor é o amor falado por quem não entende nada de amor. É o amor dos leigos.
Amor é sofrer, é achar que ele é o pior sentimento que existe (e é). amar é querer morrer pelo outro. amar é quando a vida está muito bem, obrigada, aí vem ele e põe tudo de cabeça pra baixo. Amar é querer gritar, xingar de...
Relógio.
O tempo passa. Devagar mas passa. A dor fica mais antiga, o sentimento menos palpápel, porém mais real. Olho pro relógio, e eu sei, vai passar. Meu antigo inimigo (ou amigo?) de dores incuráveis naquele espaço de tempo. Ele anda devagar. Minha vida em slow motion sabe que não é pra sempre. E a cada segundo, por mais que seja infinito no momento, a dor e o sentimento perecem. E eu me renovo. Como...
Feliz é o destino da inocente vestal! Esquecendo o mundo e sendo por ele...